segunda-feira, 18 de maio de 2015

O ÚLTIMO TROIANO

Claudio Castoriadis 
No seu colo derramou-se a geada
o estilhaço da regência

e pela narina da beleza
ilíada ensolarada
com sua crina
prefacial e
úmida

)servindo
de
proteção(

(i)
servindo de incêndio
(ii)
servindo de penacho
((iii))
servindo pela manhã


                                                                           Claudio Castoriadis


2 comentários:

  1. Dá pra sentir a dignidade desse poema!

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  2. E pela manhã se desenrola até chegar de novo a madrugada e nascer um novo poema...

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